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quinta-feira, 6 de agosto de 2015

Os riscos que você corre

Medicamento é coisa séria. Automedicação é um risco.
“Todo medicamento causa reação”, diz Francis Tourinho, da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas. Ela aponta os principais perigos dos remédios mais usados em automedicação: 

Analgésico Usado para aliviar dores leves e moderadas. Há vários princípios ativos nas substâncias dos analgésicos, cada um com uma reação adversa: 

Paracetamol (Tylenol, Naldecon) 
Complicação - A superdosagem expõe o fígado a danos irreversíveis, como a hepatite. 

Dipirona (Novalgina, Neosaldina) 
Complicação - Causa queda de pressão arterial e problemas do sangue. 

Ácido acetilsalicílico (Aspirina, Melhoral) 
Complicação - Esse é um veneno para quem tem úlcera. Pode provocar um ataque em quem sofre de asma e agrava doenças dos rins e do fígado. 

Antitérmico A febre surge quando há no corpo alguma infecção, inflamação ou lesão. Esses problemas causam no organismo uma confusão no mecanismo de controle de temperatura. Os antitérmicos evitam que isso aconteça. 

Complicação - Doses exageradas podem baixar, por algum tempo, o número de células de defesa no organismo. 

Antiinflamatório Quando o corpo sofre uma lesão ou é atingido por doenças inflamatórias, a região afetada recebe doses elevadas de uma substância que inflama e incha os tecidos. Isso provoca dor e febre. Os antiinflamatórios barram esse processo. 

Complicação - Em excesso, os remédios desse tipo causam problemas cardiovasculares, inchaço nas pernas e hipertensão. Eles também aumentam o risco de úlceras e gastrite. 

Antibiótico Se o nosso organismo está com infecções causadas por bactérias, os antibióticos entram em ação para evitar que elas se multipliquem.

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